Descrição
Os enormes e macios seios de Silvia Alcaul balançavam pesadamente a cada passo pelas ruas empoeiradas de Eranberk. A bela garota de cabelo prateado tinha as bochechas vermelhas, os olhos azuis vidrados de vergonha e excitação indesejada. Apenas algumas horas antes ela era uma garota pura e inocente das montanhas. Agora, grossos fios de porra ainda escorriam pelas suas coxas após a “coleta de energia espiritual” daquela manhã. Sua boceta virgem e o cuzinho apertado tinham sido enchidos por três homens robustos da cidade.
“Mmm… haa… Não acredito que preciso fazer isso todo dia…” gemeu ela, mordendo o lábio inferior carnudo. Seu manto de alquimia mal estava fechado, o decote profundo entre seus peitos gigantes brilhando de suor e sêmen. Os moradores olhavam com fome para a alquimista peituda que prometeu transformar a cidade pobre em uma metrópole — ao custo do seu próprio corpo.
Naquela noite, na praça escura da cidade, Silvia ficou de joelhos cercada por doze homens excitados. Seu cabelo prateado estava bagunçado, o rosto molhado de lágrimas enquanto paus grossos batiam em suas bochechas. “Por favor… sejam gentis…” implorou fracamente, mas sua voz virou um gemido safado quando o primeiro pau foi enfiado fundo em sua garganta. Engasgando e babando, ela chupava desesperadamente enquanto mãos ásperas apertavam seus peitos enormes, beliscando seus mamilos rosados duros.
“Aaaahhn! Tá tão fundo—! Meu útero… tá sugando ele…!” gritou Silvia, seu corpo traindo-a completamente. Seus quadris se moviam sozinhos, empurrando contra as estocadas violentas. Um atrás do outro eles gozaram dentro dela — creampie atrás de creampie enchendo sua boceta e cu até sua barriga inchar levemente. Porra transbordava dos dois buracos, escorrendo em rios brancos pelas coxas trêmulas.
Quando o último homem puxou o pau, Silvia estava deitada numa poça de sêmen, língua de fora, olhos revirados em ahegao. Seu corpo antes puro agora era uma bagunça coberta de porra — peitos melados, boceta e cu abertos e piscando.
“…Mais…” sussurrou ela rouca, abrindo mais as pernas e enfiando os dedos na boceta cheia de porra. “Preciso… de mais energia espiritual… para a cidade… ♡”
A inocente alquimista das montanhas havia se tornado oficialmente a puta de porra pública de Eranberk e a construtora mais pervertida da história.
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